gafieiras

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Entrevistas de música brasileira

João Gilberto

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19 03 2013

Farol no cafezal

Garoto em Marília, cidade do interior de São Paulo, João Mansur se divertia em escapar dos cafezais simétricos antes do escurecer. Anos mais tarde, para encarar outros labirintos, adotou um nome de guerra: Sérgio Ricardo. No Rio de Janeiro desde a década de 1950, o pianista fã dos cantores

19 03 2013

Sou mais criador que intérprete

[ Enquanto a equipe do Gafieiras prepara e posiciona os equipamentos... ] Sérgio Ricardo – (...) Lutfi, exatamente. Foi o dia em que tive de mudar porque tá o Lufti aí, que não é Lufti, é Lutfi! Tem que explicar toda hora essa porra! É foda! [ risos ] Aí inventamos o outro nome, não

19 03 2013

A bossa nova era Tom, Vinicius e João. O resto era cópia

Tacioli – Sérgio, você identifica o momento em que seu processo de composição começou a se tornar mais engajado? Sérgio Ricardo – Foi no início da bossa nova; até o Carlos Lyra reconhece isso, que a primeira canção que rompe com a bossa nova é “Zelão” [ n.e. Lançada em 196

19 03 2013

(O João Gilberto) virou meu irmão

Tacioli – E como era o João (Gilberto) nessa época? Sérgio Ricardo – O mesmo que é hoje, impressionante! É mesmo, mesmo em talento, a mesma coisa, não saiu disso, ele ficou nessa coisa, evoluiu um pouco mais a musicalidade, mas era exatamente isso, tocava um violão estupidamente bom