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Entrevistas de música brasileira

Vânia Bastos

Vânia Bastos. Foto: Dafne Sampaio/Gafieiras

Vânia Bastos

parte 18/20

Adorei cantar “The fool on the hill”, dos Beatles

Tacioli – Seguindo esse lance de fechar um álbum. Há alguma coisa que te faça…
Vânia – Pensar?
Tacioli – Por exemplo, “Vou cantar o Clube da Esquina. Essas músicas têm uma característica diferente e um público que é fã delas”. Você se coloca de uma outra forma para esse público que, não necessariamente é o seu?
Vânia – Mais ou menos. Isso não é muito definido a ponto de lhe dizer…
Anderson – Têm que haver uma harmonia com tudo…
Vânia – E eu não tenho receio. Poderia ter um pouco de receio de cantar músicas de Caetano Veloso e tal, ou do Tom Jobim. Isso nunca me passou isso pela cabeça, não?
Anderson – As músicas dos Beatles. [ri]
Vânia – Outro dia, fiz um show lá no SESI. O projeto era cantar músicas dos Beatles. Então, fui estudar quatro músicas do grupo. Cantando em inglês, músicas que nunca tinha cantado! Achei uma delícia. [ri] E piano e voz. Ficou bonito pra caramba. Deu até vontade de fazer mais.
Fernando – O que você cantou?
Vânia – Cantei “The fool on the hill”. Achei essa tão bonita! Uma fácil, “And I love her”. [cantarola] O que mais que cantei? “Hello, goodbye”. Adorei cantar “The fool on the hill”. [cantarola] Que letra linda! Linda demais. A outra, eu me lembro daqui a pouco. Enfim, tive de escolher quatro bem rápido para ensaiar… Piano e voz. Lembrei… “Something”. [cantarola] “Something in the way she moves”. Ficou super bonita em piano e voz. Ficou legal pra caramba!
Tacioli – Quem estava ao piano?
Vânia – O Tiago Costa. O Tiago toca na minha banda. Às vezes, a gente faz show com trio, mas sempre é ele ao piano. Até o Clube da Esquina ele já está tocando, também. O Luizinho (Luiz Carlos Avellar) fez no SESC Pompéia e lá no Rio, no Mistura Fina, mas nem sempre dá para ele ficar viajando com a gente. Assim, o Tiago já está de Clube da Esquina, também. [ri]

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