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Entrevistas de música brasileira

Los Hermanos

Los Hermanos. Foto: Henrique Parra/Gafieiras

Los Hermanos

parte 13/18

Não tem espaço para o quinto elemento

Tacioli – No primeiro disco tem participação do Roger, do Ultraje, né? [n.e. O líder do Ultraje a Rigor divide os vocais com Camelo na última faixa do CD, “Bárbara”]
Amarante – É mesmo? Não lembro. [risos]
Bruno – É aquela coisa que a gente falou do primeiro disco… A gente queria cooperar… Tava feliz por gravar um disco e aí vem o pessoal da gravadora e diz que seria ótimo se tivesse uma participação… “É mesmo?” O Roger era da mesma gravadora e acabou rolando de ser ele…
Camelo – E ele apareceu pra dar uma força… “Os moleques começando…”, mas não havia nenhuma relação dele com a gente.
Amarante – Não tinha nada a ver. Nada contra. A gente gosta do Ultraje, mas é aquela coisa de participação que a gente sabe como é… Não tem nada a ver com música. Era pra dar um gás e tal.

Almeida – E vocês nunca mais repetiram isso de “chamar” ilustres para os outros discos…
Bruno – Não.
Amarante – Não. Mas até poderia se fosse o caso…

Almeida – Ainda mais por ser um processo de isolamento de vocês…
Bruno – Com certeza. Acho que não tem espaço mesmo para o quinto elemento, não!
Amarante – Mas gente sempre tem os amigos que vieram se juntando… o Bubu [n.e. Gabriel Bubu, baixista e guitarrista], o Kassin… [n.e. Produtor dos discos Ventura e 4]
Barba – O Stéphane… [n.e. Stéphane San Juan, percussionista]
Amarante – Várias pessoas participaram dos nossos discos, mas são amigos, não são ilustres, nada de adesivo na capa do disco… “Participação de…”
Barba – A gente vai esquecer alguém… [risos]
Amarante – Se esquecer, desculpa, viu? [risos]

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