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Entrevistas de música brasileira

Dona Inah

Dona Inah por Jefferson Dias

Dona Inah

parte 8/25

Esse disco é um tributo ao Eduardo Gudin

Gafieiras – Dona Inah, com tanto tempo trabalhando com música, como foi selecionar o repertório para seu primeiro CD?
Dona Inah – Tenho uma facilidade doida pra decorar música. Mas pra definir o repertório, poxa, tanto tempo de música, e gravar (somente) 12, 14 (músicas)… Agora também está sendo difícil: vou fazer um segundo CD, tá quase pronto o repertório, falta uma música ainda.
Gafieiras – Mas selecionar as músicas para o primeiro foi complicado?
Dona Inah – Foi e não foi, porque várias pessoas me ajudaram, né?! O Heron falou: “Eu monto pra você!”. E fez o roteiro todinho.
Marco – Ele foi fazendo com ela junto…
Dona Inah – E estou curtindo fazer esse (novo), porque eu tô escolhendo praticamente sozinha o repertório, entendeu? Então ouço a música e falo “Ah! Essa música eu quero gravar!”. Esse disco que vou fazer agora é um tributo ao Eduardo Gudin. Está praticamente pronto.
Gafieiras – A ideia (de gravar esse disco) foi da senhora?
Dona Inah – A ideia foi minha de gravar Eduardo Gudin, que é um grande amigo, companheiro, grande compositor. Daí me deu vontade de fazer… e tô fazendo. Talvez a semana que vem eu já entre em estúdio pra começar a gravar.
Gafieiras – E qual é a sua relação com o Gudin?
Dona Inah – É uma relação bacana… Ele não é de muita conversa, é verdade, mas se você deixar, ele vem falar com você. Antigamente eu falava: “O Gudin não conversa com ninguém!”. De repente, ele começou a ter aquela amizade com a gente. Ele chega, eu tô cantando, ele vai lá, pega um tamborim pra tocar… Ele é um cara calado, mas é inteligente, é um cara muito culto, um cara muito gente. Eu gosto dele!

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